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Arquivo da tag: Kelly Slater

Foto: Pete Frieden

With two finals in a row and a clear adaptation to the new judging, Kelly has made himself the front-runner in another World Title race, just as he goes into a leg that includes his best two surf locations: J-Bay and Teahupoo. With a clear understanding of the capabilities of most of his competitors, I know that Kelly now believes that the Title is now a few events away from being his — and I see the confidence in his surfing that communicates this. Personally, I think he is totally right and against his historic competitive peers he will win his 10th. An amazing feat that is second only to the level that his surfing has risen to in the two most challenging waves, Teahupoo and Pipeline. For real surfers, understanding and honoring his surfing at those two locations is more important. A word of caution: watch out for Jordy as he has never lost a World Title race to Kelly. – Ian Cairns no Power Ranking da Surfline após a etapa brasileira do WT

Who’s your tip for the world title and why?

Kelly, Kelly, Kelly. Once he smells blood, it’s over. There’s blood everywhere. Kelly and Mick are the only two guys who are emotionally prepared to shoulder the burden of expectations. The title will go to Kelly, assuming Kelly learned his lesson against Jadson. I never thought I’d say this, but Kelly needs to surf more like Gabe Kling. Kelly needs to accentuate his strengths instead of putting his weaknesses on display. Kelly has to stop doing cheap 360s, credit-card alley-oops, and flat spins. It’s getting awkward, like when your Mom insists on wearing skinny jeans and listening to Animal Collective because that’s what’s “in style.” Kelly can win one more title off tubes, power carves, and power slides – surf like a man and let the kids be kids. – Lewis Samuels para a STAB.

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Jadson André é o primeiro rookie a vencer uma etapa do WT desde de 2006 quando Bobby Martinez venceu em Teahupoo - Foto: ASP/Kirstin

Tenho certeza que todo mundo que acompanha o surf competitivo, ao pensarem no Billabong Pro Santa Catarina, pensaram logo em seguida em Adriano de Souza.  Mineirinho era o cara que iria quebrar em Imbituba, mas foi um franzino surfista do norte do Brasil que literalmente roubou a cena do campeonato.

Jadson André, sem sombra de dúvidas, é o melhor rookie do World Tour deste ano. Na primeira fase da etapa brasileira do tour, na bateria entre os 3 dos 4 brasileiros que compõem o ranking do ASP, Jadson acabou ficando em segundo. Neco Paradratz levou a melhor.

Na repescagem foi onde o show começou. O experiente Drew Courtney foi o primeiro a cair diante do estreante. No terceiro round, já com uma linha confiante e cheia de manobras da nova geração, Jadson fez a mala de Damien Hobgood não dando chances para o americano. Depois de Damo foi a vez de Luke Munro.

Último dia do Billabong Pro Santa Catarina

Hoje, no dia final da perna brasileira do WT, o primeiro adversário do potiguar era Michel Bourez nas quartas de final. O taitiano, assim como o brasileiro, vinha surfando muito bem e soltando manobras bem agressivas. Foi duro, Bourez passou a bateria toda na frente e faltando pouco menos de 3 minutos para o fim, o nosso rookie precisava de uma nota na casa dos 8 pontos para virar. Tudo parecia perdido.

O air reverse que fez muitos tops de peso voltarem para casa mais cedo - Foto: ASP/Kirstin

Mais ou menos trinta segundos para tocar a sirene, Jadson André desce uma onda que não parecia que ia vingar. Ele começa com um bom air reverse, depois espanca ela até o fim e termina com um pequeno aéreo. “Boa Jadson!”. A nota demorou para sair, mas quando saiu, a galera na Praia da Vila veio a baixo. 8.50 pontos, o brasileiro foi para a semifinal.

Briga da nova geração

Ninguém acreditou. O pessoal que sempre acompanha as transmissões pela internet e ficam comentado tudo pelo twitter diziam que essa foi a melhor bateria do ano até agora. Pouco tempo depois, para ser mais exato 30 minutos depois da derrota de Bourez, Dane Reynolds venceu sua bateria e se tornou o adversário de Jadson na semi. Nesse momento, tudo que era alegria virou tensão.

Dane Reynolds arrancou um 9.77 dos juízes com esse BS Lien grab em sua bateria contra C.J - Foto: ASP/Kirstin

Dane é o queridinho de todo mundo que acompanha o surf atualmente, inclusive do juízes e vinha de uma boa vitória contra C.J Hobgood. Jadson teria que surfar muito para vencer.

E foi isso que ele fez. O brasileiro começou frenético. Primeira onda, 7.17. Segunda, 8.70. Quarta onda, 7.57. Pronto, Dane na combination. Faltando 15 minutos para acabar a bateria, o americano só tinha um 3.67. Como disse o pessoal do twitter, o brasileiro estava “jadsandoDane Reynolds

Nessa hora Jadson deu uma sossegada e o americano mostrou o quanto é perigoso. Em duas boas ondas, ele arrancou um 8.77 e 7.90 dos juízes e passou na frente. De novo, faltanto pouco para acabar, Jadson André precisava de um notão para virar, e de novo ele conseguiu. No último minuto, o brasileiro surfou uma onda com muita agressividade e tirou um 9.

Impressionante. Jadson André fez o que ninguém esperava de novo e venceu o surfista preferido de todos em uma batalha de aéreos incrível. Esse é só o começo. Nessa bateria tivemos um aperitivo do que está por vir nos próximos anos de circuito mundial.

Final

Na outra semi, o eneacampeão Kelly Slater venceu sem muitas dificuldades o seu carrasco de ano passado Owen Wright. Novamente tensão no ar. Kelly é o pior dos surfistas para enfrentar em uma final de campeonato, ainda ele tendo ganhado a mesma etapa no ano passado em cima de outro brasileiro. Jadson deve saber muito bem disso porque ele não estava de brincadeira dentro do mar.

O brasileiro começou a bateria tão bem quanto na que enfrentou Dane. Logo de cara ele somava um 8.00 e um 6.64, enquanto a nota mais expressiva do careca era um 6.50. A confronto foi todo assim, Jadson na frente e o pessoal que estava torcendo por ele nervoso,pois contra Kelly Slater pode se esperar o inesperado. Mas nem mesmo o melhor de todos os tempos conseguiu para o brasileiro. Jadson André venceu a etapa brasileira do WT.

Mesmo tendo terminado o Billabong Pro Santa Catarina em segundo lugar, Kelly Slater assumiu a liderança do ranking do World Tour - Foto: Renato Henrique/Hiscores

Com a vitória, o potiguar quebrou um jejum de 12 anos sem um brasileiro terminar em primeiro no pódio na parada brasileira do tour.

Realmente, Jadson fez por merecer. Mesmo contra os grandes, ele mostrou o seu surf rápido, agressivo e cheio de aéreos sem esitar, como se já fosse macaco velho do tour. Dane Reynolds, em sua entrevista após a derrota para o campeão, comentou que nunca viu Jadson errar um Air Reverse.

Agora, o brasileiro não pode se acomodar. Chegar no topo é fácil, difícil é se manter. Jadson ainda tem muito o que amadurecer e melhorar em seu surf.

Ranking do World Tour depois de 3 etapas:
1 Kelly Slater (EUA) – 21.750 pontos
2 Jordy Smith (Afr) – 18.500
3 Taj Burrow (Aus) – 18.250
4 Mick Fanning (Aus) – 15.500
4 Jadson André (Bra) – 15.500
6 Bobby Martinez (EUA) – 14.750
6 Dane Reynolds (EUA) – 14.750
8 Joel Parkinson (Aus) – 14.250
8 Adriano de Souza (Bra) – 14.250
10 Bede Durbidge (Aus) – 12.250
11 Owen Wright (Aus) – 10.000
12 Michel Bourez (Tah) – 9.500
13 Fredrick Patacchia (Haw) – 9.250
13 Chris Davidson (Aus) – 9.250
13 Adrian Buchan (Aus) – 9.250
16 Taylor Knox (EUA) – 8.750

Kelly Slater botou medo em todos os tops do circuito no último dia do Rip Cur Pro Bells Beach

Ninguém foi páreo para Kelly Slater no último dia do Rip Curl Pro Bells Beach, nem mesmo a contusão em seu pé direito conseguiu segura-lo. Kelly tocou o sino pela quarta vez em sua carreira, igualou o seu numero de vitórias em Bells ao numero de vitórias da lenda Mark Richards e surfou daquele jeito que assusta a grande maioria dos tops do WT.

O diretor de prova Damien Hardman não quis arriscar esperar o swell que estava previsto para chegar no fim de semana e colocou as baterias que faltavam em Johanna, aproximadamente 2 horas da praia de Bells, que como a maioria dos surfistas falaram estava bem mexido.

Kelly não deu chances a todos os tops que estavam embalados no campeonato. Primeiro Michel Bourez, depois Bede Durbidge e Bobby Martinez. Bobby vinha dando show em suas baterias, contra o careca somou apenas 3.80 pontos. Pressão de cair contra o melhor de todos os tempos? Magina.

Na final seu oponente era Mick Fanning. Mick vinha sendo muito consistente, sempre com o surf no pé e soltando as manobras que os juízes querem ver. Em sua bateria da semifinal, Fanning enfrentou Taj Burrow e não deu chances para o surfista que até agora era o mais perigoso do WT.

Então era isso, de um lado um eneacampeão mundial com o pé quebrado e do outro o atual campeão tentado defender seu titulo contra o pior dos adversários.

Deve ser muito complicado ficar meia hora dentro do mar do lado de Slater, todos que caíram contra ele até agora surfaram diferente do que surfaram na outras baterias, com Fanning não foi diferente. Na maioria das ondas do aussie, ele cometeu erros que não é nada comum vê-lo cometendo. Kelly também não acertou nas primeiras e demorou a encaixar o seu surf. Faltando pouco menos de 10 minutos para o fim, quem estava na frente era Mick.

Foi nessa hora que o eneacampeão mostrou sua magia. Kelly entrou em uma onda fechando e para não desperdiçar tempo, soltou um aéreo inacreditável. Durante a manobra, ele perdeu o pé da prancha e aterrisou no meio da espuma. Todos já estavam se lamentando quando Kelly ficou em pé. Ninguém acreditou, acho que nem mesmo Slater. Com essa manobra o careca tirou 8.93 pontos e, mesmo faltando pouco mais de 5 minutos para o termino da bateria, todos sabiam que ele ia tocar o sino.

Depois de Bells, algo me diz que este ano o título mundial vai ser disputado pelos dois protagonistas da final.

CURRENT ASP WORLD TOUR TOP 10 (After Rip Curl Pro Bells Beach):
1 –
Taj Burrow (AUS) 16500 pts
2 – Kelly Slater (USA) 13750 pts
3 – Jordy Smith (ZAF) 13250 pts
4 – Bobby Martinez (USA) 13000 pts
5 – Mick Fanning (AUS) 11750 pts
6 – Joel Parkinson (AUS) 10500 pts
6 – Bede Durbidge (AUS) 10500 pts
6 – Adriano de Souza (BRA) 10500 pts
9 – Dane Reynolds (USA) 8250 pts
10 – Fredrick Patacchia (HAW) 7500 pts
10 – Adrian Buchan (AUS) 7500 pts

Bem que o nome desta etapa podia mudar para Rip Curl Pro Winkipop. Fanning explicando porquê

Tudo de cansativo que rolou em Thirteenth Beach na repescagem foi recompensado pelo dia de ontem, ou hoje na Austrália, ou antes de ontem, juro que fico muito confuso com os fusos. O Rip Curl Pro foi levado para Winkipop, onde abriram boas ondas e tiveram excelentes baterias. Todas os confrontos do terceiro round, mais quatro das oitavas, entraram na água.

Para os brasileiros foi um grande dia. Adriano entrou duas vezes na água, uma vez contra Brett Simpson e outra contra Fred Patacchia. Nas duas caídas, ele foi muito superior aos seus adversários. Mineirinho certamente está de olho no título desta etapa, seu próximo adversário é parada dura, mas quero ver quem para ele. Jadson André fez muito bonito em uma bateria entre o mais velho e o mais novo do tour. Jadson surfou muito bem de backside contra o frontside preciso de Taylor Knox. BOOM! BOOM! BOOM! Quem assistiu o Surf Adventures 2 sabe do que eu estou falando.

Esta foto de Neco durante o Hang Loose Pro Santa Catarina no ano passado, define como foi sua disputa contra Joel Parkinson

Neco Padaratz é um dos melhores surfistas para se ver em um campeonato. Mandou patadas com muita raiva nas paredes lisinhas de Wink, reclamou com os juízes, ficou P da vida na sua disputa contra Joel Parkinson, mas infelizmente ainda não conseguiu entender como se adequar aos novos critérios de avaliação da ASP. Como disse Martin Potter na transmissão do campeonato pela internet, os juízes querem ver esse ano uma mistura de manobras da nova geração e da antiga. Se você ver o Heats On Demand da bateria de Neco, verá que o brasileiro surfou bem, mas sempre solta manobras muito parecidas, enquanto Joel deu batidas com pressão e junto com alguns aéreos.

Gabriel Medina deve estar muito feliz neste momento. Ele enfrentou seu ídolo Mick Fanning e recebeu uma aula de surf, não ganhou, mas tudo bem. Medina tirou boas notas, sem medo nenhum, mas o Fanning foi impressionante. É muito bonito ver Mick surfar, ele é muito rápido dentro d’água e nesta bateria mandou suas rasgadas características e algumas manobras acima do lip. Ontem ou hoje, enfim, Mick Fanning surfou como um campeão mundial.

Taj Burrow desde começou o seu treinamento com o Bra Boy, Johnny Gannon, está melhor do que nunca

O único que foi melhor que Mick foi Taj. Taj Burrow foi outro surfista que entrou no mar duas vezes, e nas duas vezes arrebentou. Contra Wilko, Burrow somou apenas 17.04 e depois contra Andy, ele somou só 17.77 pontos, a maior do evento até agora. A melhor onda do campeonato por enquanto foi de Jordy Smith, um 9.80, 0,43 décimos maior do que a melhor nota de Taj. Adriano de Souza é o adversário do aussie nas quartas. Nada a temer, Mineiro já fez a mala do dele na Gold Coast e certamente pode fazer de novo.

Kelly Slater se machucou no dia anterior, mas mesmo assim superou Dusty Payne

Agora, Fanning foi impressionante, Taj o melhor, mas quem roubou a cena no dia foi de novo Mr. Kelly Slater. Algumas baterias antes da do careca, a Australian Surfing Life divulgou em seu twitter que Kelly tinha fraturado o pé surfando no dia anterior, minutos depois a ASP também divulgou a notícia. A dúvida pairou no ar, Slater ia ou não entrar na água contra Dusty Payne. Kelly chegou em Winkipop poucos minutos antes de sua bateria, foi examinado pelo medico do evento, entrou no mar e venceu Dusty Payne que mandou a manobra do campeonato logo na primeira onda. Kelly Slater é um fanfarrão. Outro fanfarrão é Dane Reynolds que cansou da Austrália e estava a passeio em Winkipop.

Steph Gilmore está cada vez mais próxima do quarto título mundial

O mar estava temperamental como de costume na praia de Bells. Logo após a tricampeã mundial Steph Gilmore tocar o sino no feminino e ter disparado na liderança do ranking, foi a vez dos homens caírem no mar. Dez baterias da etapa masculina do Rip Curl Pro Bells Beach foram disputas e como disse Julio Adler em um dos seus tweets direto da praia dos sinos, “Certas coisas nunca mudam”.

Logo de cara Andy Irons, Dane Reynolds e Nate Yeomans. Todo mundo esperava que Dane naquele mar pequeno, gordo e mexido ia dar show com toda sua progressividade, mas Andy surpreendeu. O tricampeão mundial veio com tudo, superou os americanos com duas ondas bem surfadas, nada de novo, porém bem surfadas, somando 14.33 pontos e se mostrou feliz novamente em entrar na água com uma lycra de competição.

Mineirinho passou direto para a terceira fase

Depois de algumas baterias mornas, Kelly Slater acordou a galera que estava assistindo a transmissão do campeonato de madrugada aqui no Brasil e fez a melhor apresentação do dia até então. Infelizmente um dos adversários de Kelly foi o brasileiro Marco Polo, que surfou bem, melhor do que na Gold, mas não conseguiu de novo bater o careca. Na bateria seguinte Adriano de Souza não deixou nada passar e surfou muito contra Kekoa Bacalso e o rookie Blake Thorton. Mineiro estava frenético, ele pegava uma onda e quando mal chegava de volta ao outside já entrava em outra, em uma delas o brasileiro mandou um bom aéreo e arrancou um belo 7.07 dos juízes.

Taj e Mick fizeram a lição de casa e na penúltima bateria do dia Gabriel Medina entrou em ação. O moleque de Maresias caiu contra dois aussies de peso, Joel Parkinson e Chris Davidson, e mostrou muita personalidade. Medina surfou tranquilo, na primeira onda quase completou um baita aéreo, mas terminou em segundo na bateria perdendo para o atual campeão em Bells. Diga-se de passagem, Parko teve um pouco de sorte com as suas ondas que abriram até as pedras e deixaram o caminho para a terceira fase mais fácil.

Parko contou com a sorte na nona bateria do dia

RIP CURL PRO BELLS BEACH ROUND 1 RESULTS:
Heat 1:
Andy Irons (HAW) 14.33, Dane Reynolds (USA) 8.56, Nate Yeomans (USA) 8.40
Heat 2: Luke Stedman (AUS) 12.66, Matt Wilkinson (AUS) 9.77, Damien Hobgood (USA) 7.84
Heat 3: Jeremy Flores (FRA) 10.50, Bobby Martinez (USA) 10.43, Tanner Gudauskas (USA) 7.73
Heat 4: Tiago Pires (PRT) 11.60, Travis Logie (ZAF) 5.73, C.J. Hobgood (USA) 4.83
Heat 5: Kelly Slater (USA) 14.00, Marco Polo (BRA) 8.16, Mick Campbell (AUS) 7.84
Heat 6: Adriano de Souza (BRA) 15.07, Blake Thornton (AUS) 11.56, Kekoa Bacalso (HAW) 10.77
Heat 7: Taj Burrow (AUS) 14.26, Daniel Ross (AUS) 13.27, Neco Padaratz (BRA) 9.13
Heat 8: Mick Fanning (AUS) 13.73, Kai Otton (AUS) 11.23, Stuart Kennedy (AUS) 12.00
Heat 9: Joel Parkinson (AUS) 16.00, Gabriel Medina (BRA) 10.33, Chris Davidson (AUS) 8.83

REMAINING RIP CURL PRO BELLS BEACH ROUND 1 MATCH-UPS:
Heat 11:
Jordy Smith (ZAF), Patrick Gudauskas (USA), Jay Thompson (AUS)
Heat 12: Taylor Knox (USA), Michel Bourez (PYF), Adam Melling (AUS)
Heat 13: Tom Whitaker (AUS), Jadson Andre (BRA), Brett Simpson (AUS)
Heat 14: Kieren Perrow (AUS), Ben Dunn (AUS), Dusty Payne (HAW)
Heat 15: Fredrick Patacchia (HAW), Owen Wright (AUS), Drew Courtney (AUS)
Heat 16: Dean Morrison (AUS), Luke Munro (AUS), Roy Powers (HAW)

Quando o mar da uma mexida nós, meros surfistas por amor, ficamos em dúvida de qual prancha usar entre as 2 ou 3 que temos. Confira o quiver dos tops patrocinados pela Channel Islands e imagina o tamanho da indecisão dos caras.

Clique nas fotos para ver as medidas das pranchas.

Kelly Slater

Pat Gudauskas

Tanner Gudauskas

Dane Reynolds

Dusty Payne

Quase todos os surfistas do mundo consideram Mr. Kelly Slater “o” cara, 9 títulos mundiais, 36 anos nas costas e o tiozinho é um dos mais comentados surfistas da atualidade.

Quase todos os surfistas estão pirando com as novas pranchas de Mr. Kelly Slater. Uma boa parte dos tops do WT já possuem pranchas similares a tal Wizard of Sleeve, se não possuem, daqui a pouco vão passar a possuir.

Quase todos os surfistas.

ESPN: Let’s talk about Kelly Slater for a minute. Is he at risk of becoming like Brett Favre — tarnishing his legacy by staying in the competition spotlight for too long?

Bobby Martinez: I don’t know and I don’t care. I just hate how he says he’s not doing the tour and then he does the whole year. Obviously, he loves the spotlight, but to me I don’t care what he does.

ESPN: His board experimentation is clearly having an effect on design on and off the Tour. Have you made any changes to your quiver based on his ideas?

Bobby Martinez: He’s only riding fishes because he can’t get a good short board. That’s why I left Channel Islands. Like I said though, none of this is affecting me. I’m just going to go out in 2010 and do my best.