arquivo

Arquivo da tag: Jadson André

Foto: Steve Baccon

He tells me (albeit with some prompting) one of his most dramatic clashes was with countrymen and Brazilian surfing icon Neco Padaratz at the O’Neill World Cup of Surfing, Sunset in 2009. Jadson had paddled for a wave, called Neco off, missed it, at which point the two were embroiled in a heated slanging match.

He says, ‘Hey Jadson, what the fuck are you doing? I need the result. You are number three in the world. You don’t need to do that. I have a son, I have a baby. I said, ‘you have one baby? I have four: a mother, a father and two brothers.” – STAB MAG


Jadson André é o primeiro rookie a vencer uma etapa do WT desde de 2006 quando Bobby Martinez venceu em Teahupoo - Foto: ASP/Kirstin

Tenho certeza que todo mundo que acompanha o surf competitivo, ao pensarem no Billabong Pro Santa Catarina, pensaram logo em seguida em Adriano de Souza.  Mineirinho era o cara que iria quebrar em Imbituba, mas foi um franzino surfista do norte do Brasil que literalmente roubou a cena do campeonato.

Jadson André, sem sombra de dúvidas, é o melhor rookie do World Tour deste ano. Na primeira fase da etapa brasileira do tour, na bateria entre os 3 dos 4 brasileiros que compõem o ranking do ASP, Jadson acabou ficando em segundo. Neco Paradratz levou a melhor.

Na repescagem foi onde o show começou. O experiente Drew Courtney foi o primeiro a cair diante do estreante. No terceiro round, já com uma linha confiante e cheia de manobras da nova geração, Jadson fez a mala de Damien Hobgood não dando chances para o americano. Depois de Damo foi a vez de Luke Munro.

Último dia do Billabong Pro Santa Catarina

Hoje, no dia final da perna brasileira do WT, o primeiro adversário do potiguar era Michel Bourez nas quartas de final. O taitiano, assim como o brasileiro, vinha surfando muito bem e soltando manobras bem agressivas. Foi duro, Bourez passou a bateria toda na frente e faltando pouco menos de 3 minutos para o fim, o nosso rookie precisava de uma nota na casa dos 8 pontos para virar. Tudo parecia perdido.

O air reverse que fez muitos tops de peso voltarem para casa mais cedo - Foto: ASP/Kirstin

Mais ou menos trinta segundos para tocar a sirene, Jadson André desce uma onda que não parecia que ia vingar. Ele começa com um bom air reverse, depois espanca ela até o fim e termina com um pequeno aéreo. “Boa Jadson!”. A nota demorou para sair, mas quando saiu, a galera na Praia da Vila veio a baixo. 8.50 pontos, o brasileiro foi para a semifinal.

Briga da nova geração

Ninguém acreditou. O pessoal que sempre acompanha as transmissões pela internet e ficam comentado tudo pelo twitter diziam que essa foi a melhor bateria do ano até agora. Pouco tempo depois, para ser mais exato 30 minutos depois da derrota de Bourez, Dane Reynolds venceu sua bateria e se tornou o adversário de Jadson na semi. Nesse momento, tudo que era alegria virou tensão.

Dane Reynolds arrancou um 9.77 dos juízes com esse BS Lien grab em sua bateria contra C.J - Foto: ASP/Kirstin

Dane é o queridinho de todo mundo que acompanha o surf atualmente, inclusive do juízes e vinha de uma boa vitória contra C.J Hobgood. Jadson teria que surfar muito para vencer.

E foi isso que ele fez. O brasileiro começou frenético. Primeira onda, 7.17. Segunda, 8.70. Quarta onda, 7.57. Pronto, Dane na combination. Faltando 15 minutos para acabar a bateria, o americano só tinha um 3.67. Como disse o pessoal do twitter, o brasileiro estava “jadsandoDane Reynolds

Nessa hora Jadson deu uma sossegada e o americano mostrou o quanto é perigoso. Em duas boas ondas, ele arrancou um 8.77 e 7.90 dos juízes e passou na frente. De novo, faltanto pouco para acabar, Jadson André precisava de um notão para virar, e de novo ele conseguiu. No último minuto, o brasileiro surfou uma onda com muita agressividade e tirou um 9.

Impressionante. Jadson André fez o que ninguém esperava de novo e venceu o surfista preferido de todos em uma batalha de aéreos incrível. Esse é só o começo. Nessa bateria tivemos um aperitivo do que está por vir nos próximos anos de circuito mundial.

Final

Na outra semi, o eneacampeão Kelly Slater venceu sem muitas dificuldades o seu carrasco de ano passado Owen Wright. Novamente tensão no ar. Kelly é o pior dos surfistas para enfrentar em uma final de campeonato, ainda ele tendo ganhado a mesma etapa no ano passado em cima de outro brasileiro. Jadson deve saber muito bem disso porque ele não estava de brincadeira dentro do mar.

O brasileiro começou a bateria tão bem quanto na que enfrentou Dane. Logo de cara ele somava um 8.00 e um 6.64, enquanto a nota mais expressiva do careca era um 6.50. A confronto foi todo assim, Jadson na frente e o pessoal que estava torcendo por ele nervoso,pois contra Kelly Slater pode se esperar o inesperado. Mas nem mesmo o melhor de todos os tempos conseguiu para o brasileiro. Jadson André venceu a etapa brasileira do WT.

Mesmo tendo terminado o Billabong Pro Santa Catarina em segundo lugar, Kelly Slater assumiu a liderança do ranking do World Tour - Foto: Renato Henrique/Hiscores

Com a vitória, o potiguar quebrou um jejum de 12 anos sem um brasileiro terminar em primeiro no pódio na parada brasileira do tour.

Realmente, Jadson fez por merecer. Mesmo contra os grandes, ele mostrou o seu surf rápido, agressivo e cheio de aéreos sem esitar, como se já fosse macaco velho do tour. Dane Reynolds, em sua entrevista após a derrota para o campeão, comentou que nunca viu Jadson errar um Air Reverse.

Agora, o brasileiro não pode se acomodar. Chegar no topo é fácil, difícil é se manter. Jadson ainda tem muito o que amadurecer e melhorar em seu surf.

Ranking do World Tour depois de 3 etapas:
1 Kelly Slater (EUA) – 21.750 pontos
2 Jordy Smith (Afr) – 18.500
3 Taj Burrow (Aus) – 18.250
4 Mick Fanning (Aus) – 15.500
4 Jadson André (Bra) – 15.500
6 Bobby Martinez (EUA) – 14.750
6 Dane Reynolds (EUA) – 14.750
8 Joel Parkinson (Aus) – 14.250
8 Adriano de Souza (Bra) – 14.250
10 Bede Durbidge (Aus) – 12.250
11 Owen Wright (Aus) – 10.000
12 Michel Bourez (Tah) – 9.500
13 Fredrick Patacchia (Haw) – 9.250
13 Chris Davidson (Aus) – 9.250
13 Adrian Buchan (Aus) – 9.250
16 Taylor Knox (EUA) – 8.750

Bem que o nome desta etapa podia mudar para Rip Curl Pro Winkipop. Fanning explicando porquê

Tudo de cansativo que rolou em Thirteenth Beach na repescagem foi recompensado pelo dia de ontem, ou hoje na Austrália, ou antes de ontem, juro que fico muito confuso com os fusos. O Rip Curl Pro foi levado para Winkipop, onde abriram boas ondas e tiveram excelentes baterias. Todas os confrontos do terceiro round, mais quatro das oitavas, entraram na água.

Para os brasileiros foi um grande dia. Adriano entrou duas vezes na água, uma vez contra Brett Simpson e outra contra Fred Patacchia. Nas duas caídas, ele foi muito superior aos seus adversários. Mineirinho certamente está de olho no título desta etapa, seu próximo adversário é parada dura, mas quero ver quem para ele. Jadson André fez muito bonito em uma bateria entre o mais velho e o mais novo do tour. Jadson surfou muito bem de backside contra o frontside preciso de Taylor Knox. BOOM! BOOM! BOOM! Quem assistiu o Surf Adventures 2 sabe do que eu estou falando.

Esta foto de Neco durante o Hang Loose Pro Santa Catarina no ano passado, define como foi sua disputa contra Joel Parkinson

Neco Padaratz é um dos melhores surfistas para se ver em um campeonato. Mandou patadas com muita raiva nas paredes lisinhas de Wink, reclamou com os juízes, ficou P da vida na sua disputa contra Joel Parkinson, mas infelizmente ainda não conseguiu entender como se adequar aos novos critérios de avaliação da ASP. Como disse Martin Potter na transmissão do campeonato pela internet, os juízes querem ver esse ano uma mistura de manobras da nova geração e da antiga. Se você ver o Heats On Demand da bateria de Neco, verá que o brasileiro surfou bem, mas sempre solta manobras muito parecidas, enquanto Joel deu batidas com pressão e junto com alguns aéreos.

Gabriel Medina deve estar muito feliz neste momento. Ele enfrentou seu ídolo Mick Fanning e recebeu uma aula de surf, não ganhou, mas tudo bem. Medina tirou boas notas, sem medo nenhum, mas o Fanning foi impressionante. É muito bonito ver Mick surfar, ele é muito rápido dentro d’água e nesta bateria mandou suas rasgadas características e algumas manobras acima do lip. Ontem ou hoje, enfim, Mick Fanning surfou como um campeão mundial.

Taj Burrow desde começou o seu treinamento com o Bra Boy, Johnny Gannon, está melhor do que nunca

O único que foi melhor que Mick foi Taj. Taj Burrow foi outro surfista que entrou no mar duas vezes, e nas duas vezes arrebentou. Contra Wilko, Burrow somou apenas 17.04 e depois contra Andy, ele somou só 17.77 pontos, a maior do evento até agora. A melhor onda do campeonato por enquanto foi de Jordy Smith, um 9.80, 0,43 décimos maior do que a melhor nota de Taj. Adriano de Souza é o adversário do aussie nas quartas. Nada a temer, Mineiro já fez a mala do dele na Gold Coast e certamente pode fazer de novo.

Kelly Slater se machucou no dia anterior, mas mesmo assim superou Dusty Payne

Agora, Fanning foi impressionante, Taj o melhor, mas quem roubou a cena no dia foi de novo Mr. Kelly Slater. Algumas baterias antes da do careca, a Australian Surfing Life divulgou em seu twitter que Kelly tinha fraturado o pé surfando no dia anterior, minutos depois a ASP também divulgou a notícia. A dúvida pairou no ar, Slater ia ou não entrar na água contra Dusty Payne. Kelly chegou em Winkipop poucos minutos antes de sua bateria, foi examinado pelo medico do evento, entrou no mar e venceu Dusty Payne que mandou a manobra do campeonato logo na primeira onda. Kelly Slater é um fanfarrão. Outro fanfarrão é Dane Reynolds que cansou da Austrália e estava a passeio em Winkipop.

Não é muito comum ver Bede Durbidge na repescagem. O aussie foi um dos melhores do dia

Certamente este segundo round da repescagem foi um dos mais cansativos dos últimos tempos, e cansativo não só para os surfistas.

O pessoal da organização do Rip Curl Pro deve ter ralado muito para arrumar tudo na Thirteenth Beach. Alex e Paulinho, os locutores da transmissão em português do campeonato quase não entraram no ar, e quando entraram, sofreram com a infra que deram para eles. Quem penou também foi o pessoal que assistiu o campeonato tanto pela internet, quanto na praia mesmo. Pela web, quando as imagens não pareciam estar sendo filmadas por celular era porque o sinal tinha caído, e para as pessoas que estavam na praia, o transito, o frio, a chuva e as péssimas condições do mar devem ter sido duro de aturar.

Sobre o pico que o queridíssimo Damien Hardman e sua equipe escolheram, faço das palavras do meu amigo Paulo Lima as minhas, “Este beach break é de 13th categoria!”.

A etapa de Bells pode ser a mais tradicional do tour, mas esta virando o que virou Mundaka, quando dá onda é ótimo, quando dá.

Ah já ia me esquecendo, as baterias. Devido às péssimas condições do mar, varias disputas tiveram notas baixas. Medina fez sua primeira vítima no Tour, C.J Hobgood. O outro Hobgood perdeu para Neco, a vingança é um prato que se come frio. Jadson venceu Luke Munro e pega Taylor Knox na próxima fase. O único brasileiro que não se deu bem foi Marco Polo, ele não surfou mal, mas de novo caiu contra um dos medalhões do tour.

Mas foi duro viu!

Taj Burrow está com tudo esse ano

Última etapa do World Tour 2009, Billabong Pipeline Masters, toda atenção voltada aos dois candidatos diretos ao titulo mundial, Mick Fanning e Joel Parkinson, Taj Burrow campeão; Etapa de 4 estrelas do WQS, Breaka Burleigh Pro, o início da corrida por uma vaga no WT,  Taj Burrow campeão; Primeira parada do tour 2010, Quiksilver Pro Gold Coast inundada pela geração voadora, Taj Burrow campeão. Os últimos três campeonatos que participou, Taj não era o centro das atenções e ganhou, ganhou bem, diga-se de passagem.

Em Snapper Rocks, Burrow era novamente um mero coadjuvante ofuscado pelo brilho de Kelly, Parko, Mick, Dane, Jordy e os tão comentados Rookies que decepcionariam. O aussie passou por grandes adversários com o seu power surf muito veloz, batidas pra lá de verticais, floaters insanos, rabetas descolando do lip, alguns tímidos aéreos, já falei que o surf dele é veloz? Garret Parkes, Owen Wright, Chris Davidson, Adriano de Souza, Bobby Martinez e Jordy Smith foram os que caíram diante do aussie.

Taj foi eleito o melhor surfista do campeonato

Taj Burrow realmente mereceu vencer o Quik Pro. Em todas as suas baterias ele impôs o ritmo e tirou, na maioria das vezes, notas acima de 8 pontos. Nas quartas surfou claramente melhor que Adriano de Souza e na grande final, virou nos últimos 10 minutos com categoria pra cima de Jordy Smith. Será que esse é o ano do Taj? Ou ele vai ficar no quase como de costume?

Os dois surfistas do momento, Dane Reynolds e Jordy Smith, começaram muito bem o ano e pareceram finalmente mais interessados no World Tour.

Dane se mostrou um tanto nervoso em suas primeiras baterias, mas conseguiu avançar no campeonato. Nas quartas, contra Joel Parko, o americano impressionou. Reynolds foi impecável com suas rabetadas fortes e carves pra lá de verticais. Parko surfou muito bem, somou 17.47, mas Dane com um 9.27 e um 9.93, que foi a mais bonita onda do campeonato junto com o outro 9.93 de Bede Durbigde contra Luke Munro, somou 19.20 pontos. Depois da bateria Joel agradeceu Dane por força-lo melhorar sua performance.

"A world title isn’t a goal of mine, right now" - Dane Reynolds

Jordy Smith, mais preocupado em ganhar baterias do que dar show, venceu nada mais nada menos do que Mr. Kelly Slater, que vinha como favorito para levar o caneco, e conseguiu chegar até a final. Jordy, com seus 1.88m de altura, é um surfista empolgante de se assistir. O sul africano desenha perfeitos arcos nas paredes das ondas, espirra muita água em suas cortadas, consegue decolar como se fosse um foguete quando quer e ainda faz o mais difícil, faz com que o que ele faz dentro do mar pareça ser fácil. Depois de ver ele surfar, a vontade de pegar sua prancha e cair na água é enorme.

Jordy Smith finalmente acordou para o tour durante o Quiksilver Pro Gold Coast

Os dois se enfrentaram na segunda disputa da semifinal. Reynolds tentou ganhar do seu jeito, muitos aéreos e rabetas escapando, mas acabou se dando mal e Jordy venceu.

Os brasileiros, liderados por Mineirinho, também foram bem. Marco Polo surpreendeu mostrando muito surf no pé e disposição. Neco Padaratz surfou muito, deu pra ver que o seu problema nas costas é passado, mas infelizmente  foi barrado pelos juízes contra Damien Hobgood. Jadson André foi o melhor Rookie da etapa, o que surfou melhor e mais bonito, só parou diante de Adriano de Souza. Mineiro fez ótimas atuações e concretizou seu lugar entre os melhores do tour, perdeu para o campeão da etapa e saiu de Snapper com um bom quinto lugar.

Mineiro e Jadson após o confronto no terceito round

O ano começou bem. A próxima parada é o Rip Curl Pro na clássica praia de Bells Beach, Austrália, durante os dias 30 de março e 10 de abril. Sera que a nova geração vai se dar melhor? Andy Irons vai ser só mais um na etapa? Quem será que toca o sino? Não perca!

Os brasileiros, liderados por Mineirinho, foram bem também. Marco Polo surpreendeu mostrando muito surf no pé e disposição. Neco Padaratz surfou muito, deu pra ver que o seu problema nas costas é passado, mas infelizmente  foi barrado pelos juízes contra Damien Hobgood. Jadson André foi o melhor Rookie da etapa, o que surfou melhor e mais bonito, só parou diante de Adriano de Souza. Mineiro fez ótimas atuações e concretizou seu lugar entre os melhores do tour, perdeu para o campeão da etapa e saiu de Snapper com um bom 5 lugar.

O ano começou bem. A próxima parada é o Rip Curl Pro na clássica praia de Bells Beach, Austrália, durante os dias 30 de março e 10 de abril. Sera que a nova geração vai se dar melhor? Andy Irons vai ser só mais um na etapa? Quem será que toca o sino? Não perca!

Depois do termino do Billabong World Junior Championship todo site de surf de qualquer parte do mundo só fala de uma coisa, os brasileiros.

Na última semana, liderados por Jadson André que este ano faz parte do World Tour, os nossos jovens talentos roubaram a cena do Mundial Pro Junior e deixaram australianos, havaianos e americanos cheios de dor de cotovelo e encheram de aéreos e manobras ao estilo Modern Collective os olhos dos juízes e de quem mais estivesse lá para ver.

Os gringos estavam completos, a Austrália veio com Owen Wright, carrasco do Slater duas vezes ano passado e novo queridinho da mídia internacional; o Havaí com Clay Marzo, que manda muito mas em campeonatos ainda faz pouco; e o os Estados Unidos… Bom eles estavam presentes na competição; e viram nas quartas de final todas as suas esperanças irem por água abaixo com as vitórias de Alejo Muniz, Jadson e Gabriel Medina.

Alejo Muniz rasgando forte

A final, infelizmente não foi só verde e amarela e, mais infelizmente ainda, quem ganhou foi o francês Maxime Huscenot, mas mesmo assim Jadson André, que foi o vice, pode ficar feliz porque tem a chance de mostrar a que veio no World Tour deste ano que começa no final de fevereiro.

Jadson André decolando

Quem terminou em primeiro foi Maxime, em segundo o Jadson, mas quem deu o que falar de novo foi Gabriel Medina.O prodígio de Maresias teve a maior média do campeonato, 19.57 dos 20 pontos possíveis, tirou o único 10 da competição e arrancou elogios de figurões da mídia internacional, como Jed Smith da STAB e Nick Carrol da ASL. Temos que cuidar bem deste moleque que vai longe.

Medina fazendo o que faz de melhor