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Local de Maui no Havaí, Matt Meola curtia mais dar os seus rolês de skate do que surfar. Felizmente, ele cresceu junto de Dusty Payne e Kai Barger e acabou sendo levado para dentro d’água. Até pouco tempo atrás, Meola era apenas mais um surfista de Maui, mas depois do seu vídeo enviado para o Innersection.tv de Taylor Steele ter sido escolhido para entrar para o filme, o garoto passou a chamar atenção.

Esse havaiano é outro daqueles caras que fazem você se sentir péssimo de ainda nunca ter conseguido mandar um aéreo com a sua prancha. Matt consegue fazer tudo o que Coleborn, Marzo, Chippa e Dion conseguem, agora é só se preparar para você não se cansar de ouvir o nome dele.

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I haven't landed one of those in five years - Dane Reynolds. Foto: Sebastian Rojas

Com esse BS 360° Method Grab, Dane Reynolds arrancou 9.77 pontos dos juízes em sua bateria da quartas de final contra C.J Hobgood no Billabong Pro Santa Catarina. Veja aqui o vídeo da manobra.

Kai Neville melhor do que nunca. Jay Davies e Mitch Coleborn deixaram a desejar. Chippa por muito pouco não completou o seu FS Inverted Alley-Oop Body Varial. Clay Marzo não voou muito mas conseguiu mandar aquela manobra que Dusty Payne deu contra Slater em Bells algumas vezes. Josh Kerr é o rei dos aéreos.

FS Inverted Alley-Oop Body Varial, difícil? Que nada, difícil mesmo é completar esse aéreo. Chris “Chippa” Wilson foi o cara que inventou a manobra, mas até agora não conseguiu aterrissa-la em vídeo. Segundo Chippa, ele já conseguiu completar alguns mas ninguem nunca viu. Hmm ta bom…

A manobra consiste em soltar um Alley-Oop rodando o corpo ao mesmo tempo. Assista ao vídeo que você vai entender.

STAB: What’s particularly difficult about it (FS Inverted Alley-Oop Body Varial)?

Chippa: You pretty much need the perfect wave. There’s only kind of section to do it on – something with a steep face into a slow mellow landing pad. If it’s too steep or fast you find yourself landing in the pit. Just a beachy or something with a little wedge would be ideal.

Gabriel Medina de novo foi o centro das atenções, desta vez no último dia do Rip Curl Pro Bells em Johanna. Enquanto aconteciam as baterias, Medina quebrou em umas esquerdas perto de onde os tops estavam.

Dusty Payne veio para ficar no tour

O Havaí é o lugar mais tradicional do surf, lá existem as melhores ondas do mundo em alguns poucos quilômetros de costa, água quente e clima agradável, mas no World Tour os havaianos não estão tão bem assim.

Apenas quatro surfistas das ilhas fazem parte da elite mundial, Roy Powers e Freddy Pathacchia com o seu surf bem feijão com arroz, Kekoa Bacalso que apesar do sobre peso e de ter sido eleito o rookie da temporada passada não alcança resultados muito expressivos, e o estreante Dusty Payne.

Dusty é a esperança havaiana no WT deste ano. Primeiro surfista da ilha de Maui a chegar à elite do surf mundial, Dusty Payne é um dos melhores da nova geração, dono de um repertório de manobras aéreas impressionante esse havaiano voa alto. Com um pouco de maturidade ele tem tudo para dar um belo trabalho para a velha guarda do tour.

Confira esse vídeo do havaiano e sua participação no filme Modern Collective para ver do que ele é capaz.